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Veja 4 erros comuns sobre Bitcoin

Criptomoedas são uma nova forma de investimento e muitas pessoas ainda ouvem informações equivocadas sobre elas. Veja aqui a verdade sobre esses mitos

 

Criptomoedas

A desinformação é a maior inimiga do investidor. A máxima é repetida por todos os analistas, especialistas e coaches financeiros – “saiba no está investindo, pesquise, estude e se informe”. Informações equivocadas sobre um ativo são um enorme obstáculo à tomada de decisões e costumam ser uma porta de saída frequente de investidores insatisfeitos.

O Bitcoin, criado em 2009, popularizou-se no fim de 2017 – quando atingiu o valor máximo de US$ 20 mil. Mas muita gente ainda tem dúvidas ou certezas equivocadas sobre a criptomoeda. Como tecnologia inovadora e disruptiva, é normal que surjam dúvidas, mas o que não pode ocorrer é a desinformação. Muitas empresas do setor têm trabalhado no sentido de informar corretamente os atuais e futuros investidores.

Das corretoras e gestoras que surgiram com a ascensão da criptoeconomia, a QR Capital destaca-se entre as que oferecem continuamente informação aos clientes como ferramenta indispensável à tomada de suas próprias decisões.

Nosso time de especialistas comentou algumas informações sobre o Bitcoin que têm sido veiculadas recorrentemente de forma equivocada. Veja abaixo:

 

Bitcoin facilita o crime porque é anônimo

Muitas notícias afirmam erroneamente que o Bitcoin facilita práticas criminosas por ser anônimo. São duas informações equivocadas. É comum achar que o Bitcoin é anônimo pelo fato de não ser necessário inserir dados pessoais para usar a rede. No entanto, todas as informações referentes à quantidade de BTC em cada carteira, quais as transações e quanto foi transacionado são públicas e ficam disponíveis para todos os integrantes da rede. Isso torna o bitcoin rastreável por autoridades legais, quando essas informações são cruzadas com os metadados deixados pelo usuário ao fazer transações (como dia, hora, endereço IP e localização aproximada). Todos os casos de grandes crimes envolvendo o uso de Bitcoin, sem exceção, foram solucionados justamente pela rastreabilidade do dinheiro digital.

 

É inviável porque é muito caro

Outro erro comum é achar que o Bitcoin é inviável pois é muito caro. A criptomoeda já foi classificada como uma moeda excludente, pois de acordo com essa lógica, apenas os mais ricos poderiam obtê-la. Na verdade, Bitcoin pode ser dividido em até oito casas decimais, ou seja, é possível comprar uma fração mínima de Bitcoin, chamada satoshi, em homenagem ao criador da moeda, o qual sempre veio a público utilizando o pseudônimo japonês Satoshi Nakamoto. Por não precisar ter uma conta em um banco para comprar e usar Bitcoin, a moeda tem sido uma alternativa viável até mesmo para alguns desbancarizados que, por diversos motivos, não conseguem ou não podem entrar no sistema bancário. Ou seja, é mais inclusiva e acessível.

 

É um esquema de pirâmide

O Bitcoin não se encaixa na definição do esquema. Uma pirâmide é constatada quando o retorno do investimento depende exclusivamente da entrada de novos investidores, em uma dinâmica que se torna insustentável ao longo do tempo. Não é o que ocorre com esta criptomoeda, cuja cotação é definida pela demanda, por variações do mercado e, também, pelo fato de que há um número limitado de moedas.

 

As taxas cobradas por transferência são caras

As taxas pagas pelos usuários para realizar transações de forma rápida funcionam numa lógica parecida com a do “preço dinâmico”. Quanto mais pessoas querem usar a rede ao mesmo tempo para fazer pagamentos, maior tende a ser o preço necessário para a taxa de um usuário que solicite validação rápida de seu pagamento. O valor pode variar, mas usualmente é sempre muito baixo (da ordem de centavos ou dezenas de centavos por transação de Bitcoins), especialmente se comparado aos sistemas bancários tradicionais.

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