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Fintech brasileira lança conta com Bitcoin que permite pagamento em mais de 190 países

Por Cointelegraph Brasil

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A UZZO, fintech brasileira que oferece soluções de pagamentos com a utilização de Bitcoin e criptomoedas, lançou uma conta digital, atrelada a um cartão com a bandeira Elo, que facilita pagamentos em mais de 190 países, segundo comunicado de imprensa compartilhado com o Cointelegraph em 27 de agosto.

De acordo com o comunicado a conversão das criptomoedas em fiat, no cartão, é feita em tempo real na UZZO e o valor é utilizado nas máquinas de pagamento dos comerciantes.

“Agora, com o cartão UZZO já não é mais preciso ficar em busca de uma loja ou restaurante que aceite o bitcoin. A conversão é feita de forma fácil no depósito ou quando quiser e o cliente pode usar seu BTC onde desejar. No Brasil ou no exterior. Isso dá mais poder de escolha e liberdade para nossos clientes e para os donos de estabelecimentos”, ressalta Thiago Lucena, CEO da UZZO.

A conta digital multimoedas permite ainda o depósito de criptomoedas sem qualquer taxa, mensalidade ou anuidade e com cashback de até 1%.

“Uma pessoa que queira fazer a conversão de qualquer criptomoeda e o saque em reais chega a pagar taxas de até 2,5% do valor e até R$ 10,00 por retirada. E muitas vezes é preciso esperar dois dias para que o dinheiro esteja disponível em suas contas. Com a conta UZZO não há qualquer taxa, mensalidade, anuidade e o cliente também recebe cashback de até 1%”, explica Lucena.

Como noticiou o Cointelegraph, o sistema de metrô da cidade do Rio de Janeiro pode ser pago com Bitcoin por meio de uma integração entre uma fintech brasileira e a gigante mundial de cartões, Visa.

Diferente de cidades como São Paulo, no Rio de Janeiro, é possível pagar o sistema de metrô por meio de cartões de crédito da bandeira Visa equipados com a tecnologia NFC, que permite pagamentos por aproximação.

A solução da fintech Alterbank, que possibilitou o pagamento no Rio, é uma parceria com a BitGo, BitPreço e PagCripto. Nas transações nacionais não há taxas, no entanto, transações internacionais terão incidência de taxas e IOF, como num cartão “convencional”. Isso acontece pois, mesmo usando criptomoedas, tecnicamente a transação é feita em fiat.

Matéria escrita por Cassio Gusson e publicada originalmente em Cointelegraph Brasil.

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